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Questão de sobrevivência para o setor aéreo

 

A comissão formada para avaliar a reforma do Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) deu passo importante para o avanço da área. A aprovação de 100% de abertura para as empresas de capital estrangeiro demonstra que o Brasil vai seguir tendência mundial e aumentar a concorrência do mercado interno.

O protecionismo ao qual o setor está associado não traz benefícios às empresas, e muito menos à sociedade. Hoje, a participação estrangeira em empresas aéreas nacionais é limitada a 20%. Com a liberação, o mercado só tem a ganhar, pois isso reduziria o monopólio nacional das aéreas, atualmente concentrado em quatro grandes companhias e que mantêm acordos com as estrangeiras.

A participação internacional não compromete o controle regulatório do setor, que poderia ser ponto negativo do projeto. Pelo contrário: no debate, a intenção é justamente conferir às empresas estrangeiras as regras e normas brasileiras de controle da operação.

Confira o texto na íntegra no jornal Gazeta do Povo.