<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>certidão &#8211; AMSBC Advogados</title>
	<atom:link href="https://www.amsbc.com.br/tag/certidao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.amsbc.com.br</link>
	<description>Tradição, responsabilidade e inovação se encontram no escritório Alceu Machado, Sperb &#38; Bonat Cordeiro – Sociedade de Advogados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 20 Aug 2025 19:04:29 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.amsbc.com.br/wp-content/uploads/2022/11/cropped-LOGO-32x32.png</url>
	<title>certidão &#8211; AMSBC Advogados</title>
	<link>https://www.amsbc.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Certidão de dívida ativa: saiba quando você pode contestar na Justiça</title>
		<link>https://www.amsbc.com.br/certidao-de-divida-ativa-saiba-quando-voce-pode-contestar-na-justica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[amsbc]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 19:04:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[certidão]]></category>
		<category><![CDATA[dívida ativa]]></category>
		<category><![CDATA[tributos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.amsbc.com.br/?p=5434</guid>

					<description><![CDATA[Para que o governo possa cobrar judicialmente tributos não pagos, é indispensável a emissão da Certidão de Dívida Ativa (CDA). Esse documento funciona como um título executivo, e só é válido se contiver alguns elementos obrigatórios: &#8211; Identificação do devedor; &#8211; Origem e natureza da dívida; &#8211; Valor total; &#8211; Fundamento legal da cobrança. Esses requisitos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para que o governo possa cobrar judicialmente tributos não pagos, é indispensável a emissão da <strong>Certidão de Dívida Ativa (CDA)</strong>. Esse documento funciona como um título executivo, e só é válido se contiver alguns elementos obrigatórios:</p>
<p>&#8211; Identificação do devedor;</p>
<p>&#8211; Origem e natureza da dívida;</p>
<p>&#8211; Valor total;</p>
<p>&#8211; Fundamento legal da cobrança.</p>
<p>Esses requisitos estão previstos na <strong>Lei nº 6.830/1980</strong>, e são fundamentais para garantir que tanto o Fisco quanto o contribuinte tenham clareza sobre o que está sendo cobrado.</p>
<p>Caso esses critérios não sejam observados, os tribunais podem <strong>afastar a presunção de validade da CDA</strong>, assegurando ao contribuinte o direito ao contraditório e à ampla defesa.</p>
<p><strong>Caso recente: TJPR anula CDA por falta de clareza</strong></p>
<p>O escritório <strong><a href="https://www.amsbc.com.br/">Alceu Machado, Sperb &amp; Bonat Cordeiro</a></strong><strong> </strong><strong>(AMSBC)</strong> atuou recentemente em um recurso perante a Terceira Câmara Cível do <strong>Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR)</strong>. O tribunal, por unanimidade, reconheceu a <strong>nulidade de uma CDA</strong> que buscava cobrar débitos de <strong>IPTU e Taxa de Combate a Incêndio</strong>.</p>
<p>A certidão em questão:</p>
<p>&#8211; Não especificava qual era o valor de cada tributo;</p>
<p>&#8211; Não indicava os dispositivos legais que autorizavam a cobrança.</p>
<p>Essa falta de individualização impedia o contribuinte de entender com clareza a origem da dívida, dificultando sua defesa. Apesar de a primeira instância ter negado o pedido, o TJPR acolheu o recurso em grau de apelação e determinou a extinção da execução fiscal.</p>
<p><strong>O que diz a jurisprudência</strong></p>
<p>A decisão reforça que a CDA precisa cumprir requisitos mínimos previstos em lei. De acordo com o TJPR, esses elementos garantem o <strong>devido processo legal</strong> e o <strong>exercício pleno da defesa</strong>. Caso faltem informações relevantes, a certidão pode ser invalidada judicialmente.</p>
<p>A jurisprudência também reconhece que erros <strong>materiais ou formais</strong> na CDA podem ser corrigidos até a sentença dos embargos à execução fiscal, como prevê a <strong>Súmula 392 do STJ</strong>. No entanto, quando o problema afeta a própria base do lançamento do tributo — como no caso julgado — não há como corrigir: o vício compromete a validade do título e exige um <strong>novo lançamento da dívida</strong>.</p>
<p><strong>Por que isso importa para o contribuinte?</strong></p>
<p>Embora a CDA tenha presunção de certeza e liquidez, essa presunção <strong>é relativa</strong>. Quando há vícios no documento, como falta de fundamentação legal, ausência de valores discriminados ou erro na identificação do devedor, <strong>o contribuinte pode e deve contestar</strong> judicialmente.</p>
<p>Essa possibilidade protege empresas e pessoas físicas de cobranças indevidas ou mal formuladas. A atuação jurídica especializada é essencial para identificar falhas na CDA e garantir que apenas dívidas legítimas e bem fundamentadas sejam exigidas.</p>
<p><em>Rafaela de Oliveira Marçal – Advogada no escritório </em><a href="https://www.amsbc.com.br/">Alceu Machado, Sperb &amp; Bonat Cordeiro Advocacia</a><em>, com atuação em Direito Tributário </em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
