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	<title>cooperativas agrícolas &#8211; AMSBC Advogados</title>
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	<description>Tradição, responsabilidade e inovação se encontram no escritório Alceu Machado, Sperb &#38; Bonat Cordeiro – Sociedade de Advogados</description>
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		<title>Marcas coletivas e sua importância para cooperativas agrícolas</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2024 19:21:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No final de abril, o INPI representou o Brasil durante a 32ª Sessão do Comitê Sobre Desenvolvimento e Propriedade Intelectual, da Organização Mundial da Propriedade Intelectual, que aconteceu em Genebra, na Suíça. No evento, foram debatidas questões acerca da sustentabilidade e da temática das marcas coletivas. O tema da sustentabilidade está presente em praticamente todos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No final de abril, o INPI representou o Brasil durante a 32ª Sessão do Comitê Sobre Desenvolvimento e Propriedade Intelectual, da Organização Mundial da Propriedade Intelectual, que aconteceu em Genebra, na Suíça. No evento, foram debatidas questões acerca da sustentabilidade e da temática das marcas coletivas.</p>
<p>O tema da sustentabilidade está presente em praticamente todos os encontros de grandes líderes mundiais, sendo um dos pilares do desenvolvimento e de planejamentos futuros. A discussão sobre as marcas coletivas, porém, é incipiente.</p>
<p>Essas marcas são uma forma de representação de produtos ou serviços de empresas coletivas, como por exemplo: associações, sindicatos, cooperativas. Elas, além de promoverem a diferenciação intrínseca a todas as marcas, demonstram que tal serviço ou produção é realizada por membros de determinada entidade coletiva.</p>
<p>No caso específico das Cooperativas Agrícolas, é muito benéfica a identificação de origem e distinção do serviço de outros parecidos, formalizando seu negócio e elo de todos os envolvidos. Algumas vantagens da formalização da marca coletiva, realizando-se o seu registro, são: auxílio na identificação dos produtos, conquista de novos mercados, proteção jurídica contra terceiros e falsificações, padronização dos serviços e produtos, valorização da entidade junto de sua comunidade e parceiros de negócio, entre outros.</p>
<p>Existem etapas, segundo o INPI, para a estruturação das marcas coletivas, passando-se da articulação entre as lideranças, estipulação de um plano de trabalho, mapeamento de produtos e suas cadeias produtivas, adequação da entidade que representa os produtores, aprimoramento da governança, realização do estudo de identidade visual da marca, regulamentação de sua utilização, protocolo do registro e capacitação dos responsáveis por controlar a maneira que a marca vai ser utilizada.</p>
<p>A natureza das marcas coletivas e das próprias Cooperativas andam lado a lado e são muito parecidas em seu objetivo, visando sempre a coletividade e o crescimento de uma comunidade através de um serviço ou produto especifico.</p>
<p>Nota-se, apenas, que as marcas coletivas não devem ser confundidas com as de certificação, que não possuem interesse mercadológico e apenas tem como finalidade a demonstração de que tal produto foi produzido em conformidade com as especificações técnicas necessárias.</p>
<p>Ter uma marca coletiva traz força competitiva no mercado, criando um fortalecimento não somente de governança interna e entre os envolvidos, mas também perante todos seus fornecedores, clientes e parceiros. O fortalecimento também beneficia seus produtos, agregando valor e segurança na comercialização. A vantagem competitiva da valorização do produto através das informações contidas na marca coletiva, baseando-se na relação de confiança entre produtor e consumidor é enorme.</p>
<p>Além de ser uma ferramenta poderosa para auxiliar a Cooperativa a desenvolver e fixar seu posicionamento no mercado de forma que, individualmente, talvez não conseguissem, pode ser utilizada como branding para indicar qualidade, respeito, tradição e demais questões que busquem demonstrar a seus consumidores.</p>
<p>As vantagens, então, são inúmeras. Passam por vantagens mercadológicas, de custos, organização governamental dentro da Cooperativa, organização de grupos de produtores locais, valorização da cultura local.</p>
<p>Luana Falleiro Heller <em>&#8211; advogada no<a href="https://www.amsbc.com.br/"> escritório Alceu Machado, Sperb &amp; Bonat Cordeiro Advocacia</a> na área do Direito Civil e Empresarial.</em></p>
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