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	<title>Startups &#8211; AMSBC Advogados</title>
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	<description>Tradição, responsabilidade e inovação se encontram no escritório Alceu Machado, Sperb &#38; Bonat Cordeiro – Sociedade de Advogados</description>
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		<title>Media for Equity: modelo alternativo de investimento em Startups</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Sep 2024 18:27:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Media for Equity é um modelo alternativo de investimento que tem ganhado cada vez mais espaço nas startups brasileiras, visto que permite que a utilização de capital social das empresas para investir em marketing. A empresa oferece participação societária na empresa, tendo como principal objetivo utilizar a imagem e a influência do novo sócio para agregar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Media for Equity</em> é um modelo alternativo de investimento que tem ganhado cada vez mais espaço nas startups brasileiras, visto que permite que a utilização de capital social das empresas para investir em marketing.</p>
<p>A empresa oferece participação societária na empresa, tendo como principal objetivo utilizar a imagem e a influência do novo sócio para agregar na divulgação da empresa.</p>
<p>Esse modelo traz vantagens para ambas as partes envolvidas.</p>
<p>De acordo com a pesquisa realizada pela 4equity, startups que vendem seus produtos/serviços ao consumidor final (B2C) gastam em média 40% do seu faturamento em marketing.</p>
<p>Utilizando o modelo <em>Media for Equity</em>, a empresa terá uma economia nos custos destinados às campanhas publicitárias, considerando que reduzirá o seu custo com a contratação de outros influenciadores.</p>
<p>Além disso, aliar-se a um influenciador de renome no seu segmento, trará mais credibilidade, visualização e valor à imagem da empresa, sem a necessidade de comprometer o seu fluxo de caixa.</p>
<p>Já o influenciador poderá realizar um investimento de baixo risco, mas com alto potencial de retorno a longo prazo, visto que quanto mais a empresa crescer, mais o valor de mercado irá aumentar, o que valorizará a sua participação societária.</p>
<p>Entretanto, ainda que se trate de um modelo interessante para impulsionar a expansão da marca, é preciso ter cautela ao realizar esse tipo de contratação, a fim de garantir a proteção da empresa.</p>
<p>É necessário estabelecer regras que determinem o que o influenciador pode ou não pode fazer nas suas campanhas, e quais as consequências em caso de descumprimento das regras. Afinal, a imagem da empresa está diretamente ligada a esse influenciador.</p>
<p>Também é preciso evitar uma saída imediata do influenciador da sociedade, o que pode ser feito através de uma Cláusula <em>Lock-up</em>, a qual irá estabelecer um período no qual o influenciador não poderá vender as ações da empresa sem cumprir com as métricas acordadas.</p>
<p>Outra cláusula indispensável nesse modelo de investimento é a cláusula anticoncorrencial, visando a proibição de divulgação de marcas concorrentes pelo influenciador. Inclusive, é importante estabelecer um período mínimo, após eventual saída do influenciador da sociedade, no qual ainda vigorará a proibição de divulgar conteúdo para empresas concorrentes.</p>
<p>Tomadas as devidas cautelas legais, o Media for Equity é uma estratégia de investimento benéfica para ambos os envolvidos.</p>
<p>Bianca Wosch &#8211;<em> advogada do escritório</em><em> </em><em><a href="https://www.amsbc.com.br/">Alceu Machado, Sperb &amp; Bonat Cordeiro Advocacia</a> na área do Direito Civil e Empresarial.</em></p>
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		<title>Conheça o CICC: novo modelo de investimentos em startups</title>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2024 18:04:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[CICC]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei]]></category>
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					<description><![CDATA[Saiba quais os benefícios que o CICC trará para o mercado Em abril, o Senado Federal aprovou com urgência e alterações o Projeto de Lei Complementar n. 252, que altera o Marco Legal das Startups, o qual tem como objetivo a criação de um novo modelo de investimento nas startups. O Contrato de Investimento Conversível [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>Saiba quais os benefícios que o CICC trará para o mercado</em></p>
<p>Em abril, o Senado Federal aprovou com urgência e alterações o Projeto de Lei Complementar n. 252, que altera o Marco Legal das Startups, o qual tem como objetivo a criação de um novo modelo de investimento nas startups.</p>
<p>O Contrato de Investimento Conversível em Capital Social (CICC) consiste na conversão dos valores investidos nas startups em capital social, ou seja, o investidor terá participação societária na empresa.</p>
<p>De acordo com a advogada do escritório <a href="http://www.amsbc.com.br/">Alceu Machado, Sperb &amp; Bonat Cordeiro</a> Advogados, Bianca Wosch, a nova modalidade de investimento foi inspirada no modelo SAFE (<em>Simple Agreement for Future Equity</em>) utilizado no mercado internacional, e tem como objetivo fomentar o investimento em startups em estágios iniciais, permitindo que os investidores ofereçam capital em troca de um compromisso futuro de emissão de ações.</p>
<p>Atualmente a forma mais utilizada de investimento em startups no Brasil é o mútuo conversível, no qual o investidor disponibiliza capital à startup através de um empréstimo. Na data de vencimento da dívida, o investidor pode escolher entre receber o dinheiro ou converter o empréstimo em participação societária.</p>
<p>O CICC diferencia-se do contrato de mútuo conversível justamente por não ter natureza de dívida, mas sim de instrumento patrimonial. O contrato, portanto, não representa um passivo para a startup, bem como não confere ao investidor um título líquido, certo e exigível.</p>
<p>Ademais, por não ser atribuída a natureza de dívida ao CICC, o projeto de lei determina que este não terá o seu valor atualizado, assim como não renderá juros ou outra forma de remuneração ao investidor.</p>
<p>No que se refere à conversibilidade do investimento em capital social, esta ficará a critério das partes e irá observar critérios e condições previamente estabelecidas no próprio contrato.</p>
<p>Quais os benefícios que o CICC trará para o mercado?</p>
<p>De acordo com Carlos Portinho, autor do projeto, o CICC trará segurança jurídica para o investidor anjo, que terá o instrumento adequado e segurança necessária para realizar o investimento.</p>
<p>O projeto foi encaminhado para a votação na Câmara dos Deputados, e se aprovado, a lei que institui o CICC como modelo de investimento em startups entrará em vigor a partir da data de sua publicação.</p>
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