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	<title>tributos &#8211; AMSBC Advogados</title>
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	<description>Tradição, responsabilidade e inovação se encontram no escritório Alceu Machado, Sperb &#38; Bonat Cordeiro – Sociedade de Advogados</description>
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		<title>Certidão de dívida ativa: saiba quando você pode contestar na Justiça</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 19:04:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[certidão]]></category>
		<category><![CDATA[dívida ativa]]></category>
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					<description><![CDATA[Para que o governo possa cobrar judicialmente tributos não pagos, é indispensável a emissão da Certidão de Dívida Ativa (CDA). Esse documento funciona como um título executivo, e só é válido se contiver alguns elementos obrigatórios: &#8211; Identificação do devedor; &#8211; Origem e natureza da dívida; &#8211; Valor total; &#8211; Fundamento legal da cobrança. Esses requisitos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para que o governo possa cobrar judicialmente tributos não pagos, é indispensável a emissão da <strong>Certidão de Dívida Ativa (CDA)</strong>. Esse documento funciona como um título executivo, e só é válido se contiver alguns elementos obrigatórios:</p>
<p>&#8211; Identificação do devedor;</p>
<p>&#8211; Origem e natureza da dívida;</p>
<p>&#8211; Valor total;</p>
<p>&#8211; Fundamento legal da cobrança.</p>
<p>Esses requisitos estão previstos na <strong>Lei nº 6.830/1980</strong>, e são fundamentais para garantir que tanto o Fisco quanto o contribuinte tenham clareza sobre o que está sendo cobrado.</p>
<p>Caso esses critérios não sejam observados, os tribunais podem <strong>afastar a presunção de validade da CDA</strong>, assegurando ao contribuinte o direito ao contraditório e à ampla defesa.</p>
<p><strong>Caso recente: TJPR anula CDA por falta de clareza</strong></p>
<p>O escritório <strong><a href="https://www.amsbc.com.br/">Alceu Machado, Sperb &amp; Bonat Cordeiro</a></strong><strong> </strong><strong>(AMSBC)</strong> atuou recentemente em um recurso perante a Terceira Câmara Cível do <strong>Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR)</strong>. O tribunal, por unanimidade, reconheceu a <strong>nulidade de uma CDA</strong> que buscava cobrar débitos de <strong>IPTU e Taxa de Combate a Incêndio</strong>.</p>
<p>A certidão em questão:</p>
<p>&#8211; Não especificava qual era o valor de cada tributo;</p>
<p>&#8211; Não indicava os dispositivos legais que autorizavam a cobrança.</p>
<p>Essa falta de individualização impedia o contribuinte de entender com clareza a origem da dívida, dificultando sua defesa. Apesar de a primeira instância ter negado o pedido, o TJPR acolheu o recurso em grau de apelação e determinou a extinção da execução fiscal.</p>
<p><strong>O que diz a jurisprudência</strong></p>
<p>A decisão reforça que a CDA precisa cumprir requisitos mínimos previstos em lei. De acordo com o TJPR, esses elementos garantem o <strong>devido processo legal</strong> e o <strong>exercício pleno da defesa</strong>. Caso faltem informações relevantes, a certidão pode ser invalidada judicialmente.</p>
<p>A jurisprudência também reconhece que erros <strong>materiais ou formais</strong> na CDA podem ser corrigidos até a sentença dos embargos à execução fiscal, como prevê a <strong>Súmula 392 do STJ</strong>. No entanto, quando o problema afeta a própria base do lançamento do tributo — como no caso julgado — não há como corrigir: o vício compromete a validade do título e exige um <strong>novo lançamento da dívida</strong>.</p>
<p><strong>Por que isso importa para o contribuinte?</strong></p>
<p>Embora a CDA tenha presunção de certeza e liquidez, essa presunção <strong>é relativa</strong>. Quando há vícios no documento, como falta de fundamentação legal, ausência de valores discriminados ou erro na identificação do devedor, <strong>o contribuinte pode e deve contestar</strong> judicialmente.</p>
<p>Essa possibilidade protege empresas e pessoas físicas de cobranças indevidas ou mal formuladas. A atuação jurídica especializada é essencial para identificar falhas na CDA e garantir que apenas dívidas legítimas e bem fundamentadas sejam exigidas.</p>
<p><em>Rafaela de Oliveira Marçal – Advogada no escritório </em><a href="https://www.amsbc.com.br/">Alceu Machado, Sperb &amp; Bonat Cordeiro Advocacia</a><em>, com atuação em Direito Tributário </em></p>
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		<title>A reforma tributária e seus reflexos na cobrança de tributos sobre heranças e doações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[amsbc]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Apr 2024 19:09:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[doações]]></category>
		<category><![CDATA[heranças]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[Cada Estado precisará se adequar e aprovar por meio de lei estadual suas novas alíquotas e faixas de valores A Reforma Tributária (PEC 45/19), promulgada no final do ano de 2023, promoveu alterações significativas que irão refletir e promover a elevação do ITCMD (Imposto de transmissão causa mortis e doação). A principal alteração na cobrança [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cada Estado precisará se adequar e aprovar por meio de lei estadual suas novas alíquotas e faixas de valores</em></p>
<p>A Reforma Tributária (PEC 45/19), promulgada no final do ano de 2023, promoveu alterações significativas que irão refletir e promover a elevação do ITCMD (Imposto de transmissão causa mortis e doação).</p>
<p>A principal alteração na cobrança do ITCMD, diz respeito à nova regra de progressividade das alíquotas que antes da promulgação da reforma variavam entre 2% a 8% a depender do Estado em que fosse realizada a doação ou passagem de herança.  Agora, a Lei estabelece que a cobrança do imposto deve obrigatoriamente ser progressiva, o que deve causar um aumento significativo na carga tributária de determinados Estados, inclusive dos que possuem alíquotas únicas.</p>
<p>Mas afinal, o que essa mudança implica?</p>
<p>A reforma alterou a forma da cobrança do referido imposto (ITCMD), o qual passa a ser obrigatoriamente progressivo em todos os Estados conforme o valor do quinhão, herança ou doação, o que consequentemente causará um aumento da carga tributária incidente.</p>
<p>É importante destacar que, cada Estado precisará se adequar e aprovar por meio de lei estadual suas novas alíquotas e faixas de valores que irão incidir, respeitando a regra de progressividade determinada pela Reforma Tributária.</p>
<p>Apesar da nova determinação ainda não estar em vigor, tendo em vista que caberá a cada Estado da Federação realizar as alterações legislativas, suas respectivas aprovações e cumprimento de prazos para início da vigência, muitos contribuintes já estão avaliando os novos cenários a fim de se antecipar e planejar a questão patrimonial, visando minimizar os impactos do novo custo tributário.</p>
<p>Dito isso, é evidente que a reforma acarretará um aumento na carga tributária incidente sobre as heranças e doações, sendo fundamental que os contribuintes passem a avaliar possíveis alternativas para se antecipar, mediante um planejamento tributário e sucessório seguro e eficaz.</p>
<p><em>Vitor Henrique Mainardes &#8211; Especialista em Direito Civil e Empresarial pela PUC/PR e advogado no escritório</em><em> </em><em><a href="https://www.amsbc.com.br/">Alceu Machado, Sperb &amp; Bonat Cordeiro Advocacia</a>.</em></p>
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